Diário de Bordo

quarta-feira, 29 de maio de 2013

AVALIAÇÃO NO CONTEXTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS DOCENTES QUE ATUAM NO ENSINO FUNDAMENTAL
Um estudo utilizando a metodologia da problematização
ANTONIA ZILAUBA DE QUEIROZ[1]
SOLANGE MARIA DA SILVA AGUIAR[2]
FRANCISCA DE MOURA MACHADO[3]
FRANCISCO RAIMUNDO ALVES NETO[4]
RESUMO
 Este estudo teve como objetivo compreender as várias funções características da avaliação da aprendizagem visando a elaboração de conhecimentos por parte dos alunos, de forma significativa. Tomou-se como caminho metodológico a Metodologia da Problematização. Produziu se através da observação da realidade, por meio de conversas a respeito do entendimento da avaliação da aprendizagem e das dificuldades por alguns professores da Instituição. A Teorização constituiu-se da explicação e análise de cada um dos professores, tendo como fontes de informações materiais bibliográficos, documentos formais e consulta a 14 professores de anos iniciais. Concluiu-se que a avaliação da aprendizagem deve ser integrante do processo de ensino, devendo acontecer em todas as situações para que o professor possa acompanhar e diagnosticar os processos de desenvolvimento dos estudantes e também rever sua prática pedagógica.
Palavras-chave: Avaliação da Aprendizagem. Ensino Fundamental. Metodologia da Problematização.
ABSTRACT
 This study aimed to understand the various functions characteristic of learning evaluation aimed at developing knowledge on the part of students significantly. Taken as a methodological way Problematization Methodology. Produced through the observation of reality, through conversations about the understanding of learning assessment and the difficulties some teachers of the institution. The Theorization consisted of explanation and analysis of each of the teachers, whose sources of information bibliographic materials, formal documents and query the 14 teachers of the early years. It was concluded that the assessment of learning should be integral to the learning process and should happen in all situations so that the teacher can monitor and diagnose the development processes of students and also review their pedagogical practice.
Key words: Assessment of Learning. Elementary School. Methodology of Curriculum.
INTRODUÇÃO

O presente estudo buscou refletir sobre a avaliação no contexto das práticas pedagógicas dos docentes que atuam no ensino fundamental, confrontando-se com as concepções avaliativas dos professores da escola investigada em busca de possíveis soluções para o problema extraído da própria realidade.
O tema escolhido para ser abordado neste estudo é o da avaliação da aprendizagem. Esse tema nos chamou a atenção, pois sabemos que é comum à maioria dos professores encontrarem dificuldades para realizar essa tarefa que é considerada tão complexa e importante.
 O interesse pela escolha do tema avaliação no contexto das práticas pedagógicas dos docentes que atuam no ensino fundamental surgiu por meio das reflexões e aprendizagens feitas durante aulas que tivemos no curso de especialização latu senso de pós-graduação em Pedagogia. Pudemos averiguar, por meio do estudo, que a avaliação da aprendizagem é um tema bastante complexo e de extrema importância, tanto para o trabalho do professor quanto para o aluno, sendo que “[...] avaliar é dinamizar oportunidades de ação-reflexão, numa acompanhamento permanente do professor, que incitará o aluno a novas questões [...]”. (HOFFMANN, 1995, p. 20).  Sendo assim, nos sentimos motivadas a conhecer mais sobre essa prática, para ampliar nossos conhecimentos, o que favorecerá nossa atuação como coordenadora pedagógica.
Este estudo poderá vir a contribuir para ampliação da reflexão dos professores a respeito dos benefícios de uma prática avaliativa formativa, ou seja, que vise o acompanhamento constante dos alunos e os posicionamentos necessários para o alcance dos objetivos de ensino.
Nessa perspectiva elaboramos os seguintes objetivos a alcançar tendo como geral: Investigar a avaliação no contexto das práticas pedagógica dos docentes no cotidiano escolar de alunos do ensino fundamental, levando-nos a compreender as diferentes concepções de avaliação, auxiliando-nos na construção de um referencial acerca das mesmas, possibilitando, assim, reflexão para a implementação de um novo paradigma de avaliação.
Buscamos especificamente: Compreender a avaliação como processo permanente de aprendizagem, dinâmico transformador do contexto social, político, econômico e cultural, por meio de um estudo bibliográfico e Entender por meio de estudos, , encontros, planejamento pedagógico com os docentes, que o educando deve ser avaliado de modo que seja respeitado em todos os aspectos, físico, social e econômico, não podendo haver qualquer espécie de discriminação e subsidiar por meio de projetos pedagógico que a avaliação é um mecanismo fundamental e imprescindível para o bom desempenho e sucesso de qualquer organização.
Tendo em vista esses objetivos e considerando os passos da Metodologia da Problematização com a Escola pesquisada. Buscamos deixar claro que nossa concepção de avaliação, é aquela na qual se busca o tempo todo estar observando e pensando as situações didáticas que envolvem aluno e professor, com a intenção de que esta possa servir de base para a reflexão, tomada de consciência e de decisões sobre a prática.
                  Dessa forma, procuramos utilizar autores com os quais compactuamos com seus conceitos sobre a avaliação, a fim de podermos encontrar respostas pertinentes aos problemas levantados, o que colabora com as possíveis tomadas de decisão em relação às hipóteses de solução do problema.
Para realizar esse estudo utilizamos questionamentos, leituras em diferentes fontes, resgate da memória sobre a temática e conversas direcionadas com os professores de uma Escola Estadual localizada em Rio Branco - Acre.
Optamos pela Metodologia da Problematização, pois esta possibilita aos indivíduos que dela participam partir da problematização da realidade para encontrar o seu objeto de pesquisa. Sendo que, essa Metodologia segue as seguintes etapas: a observação da realidade e definição do problema, a teorização, as hipóteses de solução e, por fim, a aplicação à realidade.












PEDAGOGIA DA PROBLEMATIZAÇÃO


Com o intuito de conhecer um pouco mais sobre a relevância da avaliação buscamos na literatura algumas concepções e entendimentos a respeito da temática avaliação da aprendizagem, que apresentamos a seguir.
A avaliação da aprendizagem é parte integrante do processo ensino-aprendizagem. Esta prática pedagógica requer preparo técnico e grande capacidade de observação dos profissionais envolvidos. Desta forma, se faz necessária para que possamos refletir questionar e transformar nossas ações. De acordo com Hoffmann (1995, p.18), a avaliação é a “[…] reflexão permanente do educador sobre sua realidade, e acompanhamento do educando, na sua trajetória de construção do conhecimento”.              
Por meio da avaliação, o professor tem a responsabilidade, entre outras, de perceber se os sujeitos estão realmente assimilando os conteúdos e como os estão construindo. A forma como se avalia, segundo Luckesi (2002), é crucial para a concretização do projeto educacional. É ela que sinaliza aos alunos o que o professor e a escola valorizam. A avaliação deve ser um auxílio para se saber quais objetivos foram atingidos, que ainda faltam e quais as interferências do professor que podem ajudar o aluno.
Neste sentido, para Haydt (1992), o conceito de avaliação da aprendizagem está ligado a uma concepção pedagógica mais ampla, ou seja, depende da postura filosófica adotada pela escola, sendo que a forma de encarar e realizar a avaliação reflete a atitude do professor em sua interação com a classe.
Apesar de a avaliação ser um instrumento que ajuda tanto os alunos na construção da aprendizagem satisfatória e significativa, quanto aos docentes para que realizem uma reflexão e mudança de suas ações. Assim, como explicam Jorba e Santmartí (2003, p.44).
Mudar os pontos de vista sobre a avaliação implica mudar radicalmente muitas das percepções que temos sobre como ensinar para que os estudantes aprendam. Pensar na avaliação como eixo central do dispositivo pedagógico de um currículo é um ponto de vista nada habitual, mas é como acentuar um dos elementos curriculares. Que mais pode favorecer uma mudança na prática educativa dos professores e no êxito das aprendizagens.

A avaliação da aprendizagem deve ser entendida como uma prática que colabora para o processo de ensino e aprendizagem, sendo que quando o professor a compreende como um auxílio importante para o seu trabalho, tem e favorece aos alunos ganhos relevantes em relação à elaboração dos conhecimentos.
Os objetivos são elementos norteadores da avaliação, isso implica que os professores, ao planejarem a sua aula, devem ter claro quais finalidades pretendem atingir. Sendo assim, esta situação não permite que o educador realize provas surpresas em sala de aula sem planejá-la previamente. Diante disso:

A avaliação é um processo contínuo e sistemático. Portanto, ela não pode ser esporádica nem improvisada, mas, ao contrário, deve ser. Constante e planejada. Nessa perspectiva, a avaliação faz parte de um Sistema mais amplo que é o processo ensino/aprendizagem, nele se integrando. (HAYDT, 1992, p. 13).

A avaliação deve desempenhar uma função estimuladora e de incentivo ao estudo. O feedback é importante, pois permite um retorno tanto ao professor, quanto ao aluno em relação ao processo ensino-aprendizagem. Para que a avaliação cumpra sua função, é fundamental, segundo Haydt (1992, p. 27), “[...] que o aluno conheça os resultados de sua aprendizagem, isto é, que logo após o término de uma prova saiba quais foram seus acertos e erros”. Nessa perspectiva, explica Rabelo:

Entendendo o conhecimento como algo construído na relação sujeito objeto, esse feedback só cumprirá efetivamente o seu papel, se considerarmos, em um projeto de avaliação, tanto o estágio de desenvolvimento em que um aluno se encontra em um dado momento, como também o processo através do qual ele está elaborando o seu conhecimento. (RABELO, 1998, p. 12).


Em uma proposta de avaliação, a ênfase não deve ser somente nas respostas certas ou erradas, mas, sim, como um aluno chega a tais respostas, tanto as certas quanto as erradas. Segundo Hoffmann (1995, p. 67), “[...] o conhecimento produzido pelo educando, num dado momento de sua experiência de vida, é um conhecimento em processo de superação”. A criança passa por novos desafios, novas situações e formulam e reformulam suas hipóteses.
Tendo-se em vista que o ser humano é composto por várias dimensões, ou seja, afetiva, social, Motora-corporal e cognitiva, a avaliação acadêmica não pode privilegiar apenas os aspectos cognitivos. Por isso, Rabelo (1998, p.14) explica que “devemos pretender uma avaliação mais ampla, da qual uma prova, por exemplo, sobre os conteúdos trabalhados faça parte, tão somente como um dos recursos, através dos quais podemos avaliar o rendimento escolar”.
Haydt (1992) afirma que a avaliação apresenta três funções básicas: diagnosticar, controlar e classificar. Ajustadas a essas três funções existem três modalidades de avaliação: diagnóstica, formativa e somativa.
A avaliação diagnóstica acontece antes de iniciar um determinado conteúdo, para que o professor possa partir dos conhecimentos prévios dos alunos, sabendo-se, assim, em qual nível eles estão. Para Luckesi (2002, p.44), “a avaliação diagnóstica será, com certeza, um instrumento fundamental para auxiliar cada educando no seu processo de competência e crescimento para autonomia, situação que lhe garantirá relações de reciprocidade”.
A avaliação formativa, que acontece durante todo processo de ensino-aprendizagem, informa o aluno e o professor sobre o que precisam saber, onde acertaram e onde erraram, sendo assim, ajuda o professor a adaptar o processo didático aos progressos e problemas da aprendizagem dos alunos. Haydt nos ajuda a entender essa dinâmica:
 A avaliação formativa, com função de controle, é realizada durante todo o decorrer do período letivo, com o intuito de verificar se os alunos estão atingindo os objetivos previstos, isto é, quais os resultados alcançados durante o desenvolvimento das atividades [...] É principalmente através da avaliação formativa que o aluno conhece. Seus erros e acertos e encontra estímulo para um estudo sistemático. (HAYDT, 1992, p. 17-18).

A avaliação somativa, acontece ao final de um processo de ensino aprendizagem. Ela é classificatória. Por meio desta, o professor verifica se os objetivos mais gerais foram atingidos, como explica Haydt:
A avaliação somativa, com função classificatória, realiza-se ao final de um curso, período letivo ou unidade de ensino, e consiste em classificar os alunos de acordo com níveis de aproveitamento previamente estabelecidos, geralmente tendo em vista sua promoção. De uma série para outra, ou de um grau para outro. (HAYDT, 1992, p.18).

Essas três modalidades da avaliação são de extrema importância para que os professores e alunos tomem conhecimentos no que se refere aos seus desempenhos. De acordo com Jorba  e Santmartí (2003), o mesmo instrumento pode servir para diferentes modalidades de avaliação, dependendo do objetivo que o professor pretende com o mesmo. Sendo assim, podemos reconhecer a relevância, para o professor, de ter clareza do que pretende com a avaliação para saber o que e como avaliar.
Deparamos em Luckesi (2002, p.69) a seguinte definição: “Entendemos a avaliação como um juízo de qualidade sobre dados relevantes, tendo em vista uma tomada de decisão. É bem simples: são três variáveis que devem estar sempre juntas para que o ato de avaliar cumpra o seu papel”.
Luckesi (2002) esclarece o que significam as três variáveis apontadas ao conceituar a avaliação. Juízo de qualidade - Afirmações ou negações que expressam a qualidade do objeto por meio de processo comparativo, tendo como referência um determinado padrão de julgamento. Nesse tipo de avaliação, afirma Luckesi:

[...] há um dado da realidade, que são as condutas dos alunos, e há uma atribuição de qualidade a essa realidade a partir de um determinado padrão ideal dessa conduta. Ou seja, o professor tendo em suas mãos os resultados da aprendizagem do aluno, compara esses resultados com a expectativa de resultado que possui (padrão Ideal de julgamento) e atribui-lhe uma qualidade de satisfatoriedade Ou insatisfatoriedade. (LUCKESI, 2002, p.70).

Dados relevantes - A qualidade será atribuída ao sujeito, a partir de caracteres que possua e manifeste em suas condutas, condizentes com os objetivos a serem alcançados, após ser submetido a uma determinada aprendizagem, e não de acordo com o bel-prazer de quem do professor, qualificando e desqualificando gratuitamente um aluno. Deste modo, o juízo de qualidade estaria pautado no real.
Tomada de decisão - Ação a ser realizado depois de realizado o juízo de qualidade, ou seja, o professor não ficará indiferente às manifestações positivas ou negativas de aprendizagem, tomando decisão a respeito do que fazer com o aluno, com o conteúdo ou com o seu modo de ensinar.
Não podemos deixar de explicitar o entendimento de Luckesi (2002 p.81) a respeito da avaliação diagnóstica, na medida em que o autor a considera como uma das indicações para dar conta de suprir as lacunas deixadas no processo de ensino/aprendizagem da atual prática de avaliação escolar. De acordo com ele a avaliação da aprendizagem deverá ser assumida como:
Um instrumento de compreensão do estágio de aprendizagem em que encontra-se o aluno, tendo em vista tomar decisões suficientes e satisfatórias para que possa avançar no seu processo de aprendizagem. [...] a avaliação não seria tão-somente um instrumento para a aprovação ou reprovação dos alunos, mas sim um instrumento de diagnóstico de sua situação, tendo em vista a definição de encaminhamentos adequados para a aprendizagem. Se um aluno está defasado não há que, pura e simplesmente, reprová-lo e mantê-lo nesta situação.

Dessa forma podemos verificar que a avaliação diagnóstica, assim como o próprio nome sugere, servirá para que o professor e o aluno possam perceber se aprendizagem está ou não ocorrendo. [...] “É constitutivo da avaliação da aprendizagem estar atentamente preocupada com o crescimento do educando. Caso contrário, nunca será diagnóstica. (LUCKESI, 2002, p.82).
No que se refere às funções da avaliação, de acordo com Luckesi (2002), a função ontológica da mesma é o diagnóstico. Junto a esta, estão às funções de: propiciar a auto compreensão dos alunos e dos professores; de motivar o crescimento do educando, “pelo reconhecimento de onde está e pela consequente visualização de possibilidades” (p.176); de aprofundamento da aprendizagem, pois quando o aluno faz um exercício para que a aprendizagem seja revelada, este exercício já proporciona ao aluno a oportunidade de aprofundar os seus conhecimentos; a função de auxiliar a aprendizagem. Já Hoffmann, em uma visão complementar, nos esclarece que a avaliação é:
[...] a reflexão transformada em ação. Ação, essa, que nos impulsiona a novas reflexões. Reflexão permanente do educador sobre sua realidade, acompanhamento passo a passo, do educando, na sua trajetória de construção do conhecimento. Um processo interativo, através do qual educandos e educadores aprendem sobre si mesmos e sobre a realidade no ato próprio da avaliação. (HOFFMAN, 2000, p.17).

Para a autora, a avaliação deve exercer uma função dialógica e interativa, promovendo os seres moral e intelectualmente, tornando-os críticos e participativos, inseridos no seu contexto social e político.
Em Vasconcellos (1998, p.44) encontramos a seguinte definição:
A avaliação é um processo abrangente da existência humana, que implica uma reflexão crítica sobre a prática, no sentido de captar seus avanços, suas resistências, suas dificuldades e possibilitar uma tomada de decisão sobre o que fazer para superar os obstáculos.

De acordo com o autor, a avaliação tem a função de acompanhar o desenvolvimento dos alunos e ajudá-los a superar as possíveis dificuldades. “A principal finalidade da avaliação no processo escolar é ajudar a garantir a formação integral do sujeito pela mediação da efetiva construção do conhecimento, a aprendizagem por parte dos alunos”. (VASCONCELLOS C. 1998, p.47).
Vasconcellos embasa seus estudos em uma concepção dialética libertadora da prática pedagógica. O autor compreende o problema da avaliação em suas dimensões globais, em suas relações com todo o fazer pedagógico.
Para esse autor (1998), mudar a prática da avaliação escolar não é tarefa fácil, no entanto os professores que desejam a transformação da mesma devem ter uma mudança de postura em relação à sua prática pedagógica. Devem deixar de se preocupar com o controle do transmitido, e dar ênfase à aprendizagem do aluno, refletindo sobre como este aprende. Vasconcellos (1998, p.48) afirma também que “a partir de uma educação dialética de educação, supera-se tanto o sujeito passivo da educação tradicional, quanto o sujeito ativo da educação nova, em direção ao sujeito interativo”.
Podemos perceber, por meio do estudo acima, que Luckesi, Hoffmann e Vasconcellos, C, embora tenham modos particulares de conceituar a avaliação, revelam uma postura qualitativa da mesma. Todos se referem a uma avaliação mais orientada para melhorar as aprendizagens do que para classificar, mais integrada com o ensino e a aprendizagem, mais contextualizada, considerando que o aluno tem um papel relevante a desempenhar. Assim sendo, podemos dizer que visam a uma avaliação formativa.
Sendo assim, o professor deve acompanhar e observar atentamente cada passo do aluno rumo à elaboração dos saberes, a fim de captar as informações que lhe são cabíveis para constatar se pode avançar com os conteúdos programáticos ou não.
Neste estudo, fizemos uma breve abordagem sobre as funções da avaliação, teoria e pratica técnicas e instrumentos da avaliação. O texto acima apresentado fundamenta-se sob a luz da teoria de estudiosos educadores. Para eles a avaliação é essencial à educação, e o sentido fundamental da ação avaliativa consiste no movimento e na transformação, na qual não será utilizada, apenas para atribuições de notas ou conceitos ao final de uma unidade de ensino ou de um conteúdo, mas possibilitará ao professor conhecer qualitativamente se os alunos estão conseguindo aprender.

O CAMINHO DA METODOLOGIA DA PROBLEMATIZAÇÃO

Para realização do estudo optou-se pela pesquisa descritiva com abordagem qualitativa, pois se tratou de analisar dados referentes a existência da relação sujeito e realidade, buscando conhecer os conceitos à luz do referencial teórico e também refletir acerca das falas dos questionados para verificar como está sendo discutido, no interior da escola pesquisada, a questão da avaliação escolar.
A Metodologia da Problematização da escola em estudo foi utilizada a partir da realidade presente em determinada situação da educação. Com base no referencial teórico adotado por Berbel (2001, p.4) explica que [...] “não há restrições de temáticas para a Metodologia da Problematização, onde há um problema de ensino e aprendizagem ou educação a ser resolvido ou estudado, é possível utilizá-la”. 
Os participantes desta metodologia observaram a realidade de maneira atenta, com o objetivo de verificar as dificuldades, as carências, as necessidades que a realidade estava mostrando como problemáticas. Após ter detectado os aspectos que precisariam ser elucidados, trabalhados, melhorados ou corrigidos, foi eleito um problema, considerado urgente ou prioritário para que se aprofundasse o estudo e se buscasse, para ele, uma resposta ou solução.
A metodologia foi realizada através do levantamento do problema. Neste momento da pesquisa realizou-se inicialmente uma reflexão, buscou-se identificar os possíveis fatores e prováveis determinantes maiores associados ao problema.
Detectado o problema, foi transformado em um item a ser pesquisado com base na literatura. Esta pesquisa foi realizada por meio de técnicas, instrumentos e em diversas fontes teóricas, para que se possa compreender bem o que envolve: Berbel (1998) ressalta que a forma, a extensão e a profundidade da teorização dependem de vários fatores, como receptividade, interesse, compromisso dos participantes, porém o ideal é que na teorização se obtenha o entendimento do problema, para subsidiar o ato de elaborar hipóteses de solução.
A partir da pesquisa foram elaboradas, de forma criativa e original, as alternativas para a resolução do problema. De acordo com Siqueira e Berbel (2006), nesta elaboração, a criatividade e a originalidade são muito importantes para levar a pensar em algo inovador que provoque a sua superação. Os sujeitos que vivenciam esse processo se tornam mais criativos, reflexivos, autônomos e observadores da realidade próxima.  De acordo com Berbel, verifica-se que:
Os alunos valorizam a sensibilidade estimulada para perceber aspectos de seu cotidiano, antes não percebidos como possíveis de transformação decorrentes de sua participação. Citam também a aquisição de segurança para enfrentar os problemas e buscar solução para ele, por terem aprendido um caminho seguro e eficaz.   (BERBEL, 2p. 6). 

O sujeito vai se tornando progressivamente consciente, crítico, reflexivo e desejoso de modificar intencionalmente parte de sua realidade, a partir do momento que sai das primeiras percepções, ou seja, dos conhecimentos superficiais que tem sobre a parcela da realidade que focaliza e parte para um conhecimento mais elaborado, mais aprofundado a respeito da mesma, percebendo que é capaz de encontrar alternativas para a resolução do problema em evidência.
O estudo foi realizado de forma segura e eficaz de forma que os indivíduos participantes alcançasse um grau de uma conscientização crítica da realidade à qual pertence, registrando-se uma compreensão das indicações de documentos referentes à avaliação da aprendizagem, a começar pelos PCNs.
De acordo com este documento, o professor deve interpretar qualitativamente os conhecimentos construídos pelos alunos, realizando uma avaliação contínua e sistemática. A avaliação, nesta perspectiva, auxilia tanto o professor quanto os alunos e a escola. A avaliação subsidia o professor numa “reflexão contínua sobre a sua prática, sobre a criação de novos instrumentos de trabalho e a retomada de aspectos que devem ser revistos, ajustados ou reconhecidos como adequados para o processo de aprendizagem individual ou de todo o grupo”. E, em relação ao aluno, a avaliação:

[...] é instrumento de tomada de consciência para suas conquistas, dificuldades e possibilidades para a reorganização de seu investimento na tarefa de aprender. Para a escola, possibilita localizar quais aspectos das ações educacionais demandam maior apoio. (BRASIL, 1997, p.55).

Os PCNs ressaltam a importância de se fazer uma avaliação investigativa inicial, e ao final da unidade de ensino. Essa prática é vista como essencial para que o professor possa planejar e dar continuidade ao processo de aprendizagem. “Esta avaliação, que intenciona averiguar a relação entre a construção do conhecimento por parte dos alunos e os objetivos que o professor se propôs, é indispensável para saber se todos os alunos estão aprendendo [...]”. (BRASIL, 1997, p.56). Está claro neste documento que a avaliação investigativa pode ocorrer também durante todo o processo de ensino-aprendizagem.



















RESULTADOS E DISCUSSÕES

No presente estudo o objetivo foi discutir os dados coletados na realidade investigada, apresentando assim, as concepções de avaliação presente nos dizeres dos participantes. Foram entrevistados 14 professores, dos quais todos responderam ao questionário e que serão identificados no estudo por professores P1, P2, P3 até P14. Consideramos importante essa consulta aos professores quanto ao foco do estudo, para conhecer o que têm a relatar de suas concepções e percepções a respeito da avaliação da aprendizagem que praticam.
Para realizarmos a análise das entrevistas, primeiramente agrupamos as respostas, levando em consideração as opiniões que se repetiram na fala do professor. Há no instrumento seis questões, das quais todas são abertas. No entanto, iniciamos os questionamentos com a indagação, e sintetizamos as respostas.
Primeira pergunta da entrevista: Quais instrumentos de avaliação você utiliza? E obtivemos as seguintes respostas dos professores:


P1 ao P4 – Avaliar é o processo no qual nos fornece informações que serão utilizadas na melhoria do desempenho do aluno durante o processo ensino-aprendizagem.


P5 ao P7 – Realizo uma (pequena) avaliação semanal e uma mais elaborada por bimestre.

P8 ao P14 – 1º uma avaliação inicial para saber o nível de conhecimento de cada criança, da diagnostica e a 2ª avaliação bimestralmente, quando se deve avaliar o progresso dos alunos e o conhecimento adquirido através do trabalho realizado em sala.

Quadro 1 – Respostas dos professores em relação a primeira pergunta da entrevista.

Sabemos que os instrumentos avaliativos a disposição do professor são diversos, muitas vezes o mais utilizado em todos os níveis de ensino tem sido a prova escrita, mesmo tendo clareza da necessidade de variar os instrumentos avaliativos para acompanhar o desempenho da turma. Concordamos com Haydt (1994, p.63) quando afirma que na avaliação:
Devem ser usadas diversas técnicas e instrumentos de avaliação. Atualmente, a avaliação assume a função de diagnosticar, bem como de verificar a consecução dos objetivos previstos para o ensino aprendizagem. Para que a avaliação possa desempenhar estas funções é necessário o uso, combinado, de várias técnicas e instrumentos.
                                                                                                 
Quanto à segunda pergunta sobre: A avaliação da aprendizagem, (os tipos atividades de avaliação, os momentos de sua aplicação e quantidade de vezes que são aplicadas etc.): Obtivemos as seguintes respostas dos professores que descreveram os tipos de atividades avaliativas utilizadas, em que cada um respondeu da forma que trabalham.

P 07 - “através de atividades que fazem parte do conteúdo trabalhado no dia a dia” e ao P10 - “uma avaliação formal bimestral, semanalmente aplico teste em forma de exercícios.”


P 11- “A avaliação é constante, não só formal com provas, mas também a participação em sala de, trabalhos em grupo, comportamento, etc.”


P12 – “Podemos perceber por meio das respostas que a primeira, diferentemente da segunda, aproveita todas as situações e atividades diversificadas para avaliar,”

Quadro 2 – Respostas dos professores em relação a segunda pergunta da entrevista.
Prosseguindo a entrevista, perguntamos sobre a importância da avaliação no processo de ensino-aprendizagem? Os explicam que:
Nessa perspectiva, Haydt (1997), p. 314) nos diz que:
A avaliação deve ser um instrumento para estimular o interesse e motivar o aluno o maior esforço e aproveitamento e não uma arma de tortura ou punição. Nesse sentido, a avaliação desempenha uma função estimuladora, à medida que serve de incentivo ao estudo. Complementando essa função, a avaliação desempenha também a outra: a de feedback ou retroalimentação, pois permite que o aluno conheça seus avanços e dificuldades.


10 - “Observa o desenvolvimento da criança comparando-a com ela mesma. Retoma as dificuldades encontradas em um Portfolio as avaliações no decorrer do ano”.


P12 – “De acordo com a dificuldade apresentada é realizado um Planejamento para atender cada dificuldade. Além de testes, provas, atividades (participação, interesse e desempenho)”.


P2 – “Através de observações paralelas, registros escritos individuais ou em grupo e pela participação durante a aula”.

Quadro 3 – Respostas dos professores em relação a terceira pergunta da entrevista.
Conforme Machado (2000), para avaliar é preciso ir além da medida, recorrendo a indicadores mais complexos e a índice de competência, tendo em vista que não se avalia por avaliar, mas para fundamentar uma decisão. Perrenoud (1999, p. 18) também compartilha desta ideia ao afirmar que a avaliação não é um fim em si, mas uma engrenagem do funcionamento didático. Enfatiza ao afirmar: “a avaliação tradicional, não satisfeita em criar fracassos, empobrece as aprendizagens e induz nos professores didáticas conservadoras e nos alunos estratégias utilitaristas”.
 Obtivemos as seguintes respostas das duas professoras que descreveram os tipos de atividades avaliativas utilizadas: “uma avaliação formal bimestral, semanalmente aplico teste em forma de exercícios”.
Ao serem questionadas sobre como avalia seu aluno no processo ensino-aprendizagem?  As respostas variam:

P7 ao P12- “A avaliação é constante, não só formal com provas, mas também a participação em sala, trabalhos em grupo, comportamento, etc.”.
P3, P5 e P7 - O meu é avaliado no cotidiano durante as atividades.


P1, P8, P10 e P11 - Além de testes, provas, atividades (participação, interesse e desempenho)


P2 - Através de observações paralelas, registros escritos individuais ou em grupo e pela participação durante a aula.

Quadro 4 – Respostas dos professores em relação a quarta pergunta da entrevista.
Hoffmann (2001) acredita que a contradição entre o discurso e a pratica de alguns educadores e, principalmente, a ação classificatória e autoritária exercida pela maioria, encontram explicação na concepção de avaliação do educador, reflexo de sua história como aluno e professor.
Avançamos a entrevista com a seguinte questão: Que instrumentos são utilizados para verificar o aprendizado? As professoras listaram da seguinte forma:

P2 ao P9 – “Jogos, brincadeiras, trabalhos em grupo, pesquisa, avaliação, tarefas de casa, etc”.


P 10 ao P1 – “Provas, atividades do caderno, trabalhos orais e escritos”.


P 2 ao P13 – “Participação, trabalhos coletivos, individuais, projetos, feiras, etc”.

Quadro 5 – Resposta dos professores em relação à quinta pergunta da entrevista.

Os instrumentos de avaliação determinados pelas escolas não podem ser vistos como única opção de avaliação. Senão ratifica o conceito de “educação bancaria”, de um lado um ensina: do outro lado um aprende. (Freire, 1996).
Por fim, através de uma conversa informal, concluímos a entrevista com a seguinte pergunta: A auto avaliação é uma prática no interior da sala de aula? Em que momento? Seguras das respostas elas afirmaram que:
.

P3 ao P5 – “Sim, no final da aula devemos estar avaliando com o aluno os pontos positivos e negativos”.


P9 ao P10 – “Sim, no momento propicio, no decorrer de cada conteúdo, nas atividades individuais ou grupo”.


P1 ao P 8 – “Sim, em todos os momentos, existe a observação, pois só assim observa-se a habilidade desenvolvida no aluno”.

Quadro 6 – Respostas dos professores em relação a sexta pergunta da entrevista.

Neste aspecto, todas as professoras confirmam a pratica da auto avaliação, porém, durante as observações realizadas para implementação de nosso trabalho, nenhum momento ocorreu essa técnica. Mais uma vez constatamos a contradição entre teoria e pratica.
Para Haydt (1997, p. 299), “A auto avaliação é uma forma de apreciação normalmente usada quando nos dedicamos a atividades significativas, decorrentes de um comportamento intencional”
Este estudo teve como objetivo preponderante apresentar a análise dos dados coletados de nossa pesquisa a fim de verificar se conseguimos responder às nossas questões de estudo, bem como analisar se alcançamos o objetivo traçado no início deste trabalho.
Refletindo sobre a analise acima apresentada, temos cada vez mais a certeza de que avaliar é algo muito complexo, principalmente quando se trata de analisar diferentes pensamentos. Isso nos levou a pensar que certos professores não conseguem perceber se realmente os alunos estão conseguindo alcançar de forma significativa os conhecimentos propostos, visto que seu processo de construção de conhecimento não é acompanhado diariamente.
Acreditou sim, que o professor que detém o conhecimento, deve repassá-lo aos alunos e os mesmos devem ser avaliados quanto à sua aquisição. Segundo Freitas (2008): “O Professor ensina e o educando deve ser avaliado na aquisição desses conhecimentos, de forma coerente e consciente”.
 É preciso que o professor tenha competência, coragem, criatividade, criticidade, compromisso e coerência em todo o processo ensino e aprendizagem do qual a avaliação é parte.
Refletindo sobre a analise acima apresentada, temos cada vez mais a certeza de que avaliar é algo muito complexo, principalmente quando se trata de analisar diferentes pensamentos.
A este respeito, Hofmann (2003, p. 41) nos diz que:
A compreensão de muitos professores é de que “tudo pode ser medido” sem que se deem conta de que muitas notas são atribuídas arbitrariamente, ou seja, por critérios individuais, vagos, e confusos, ou precisos demais para determinadas situações.
São necessárias à realização de outras aprendizagens, a fim de levar o aluno a adquirir as habilidades necessárias ao seu pleno desenvolvimento.
Dessa forma, percebeu por meio dos resultados que avaliar os alunos em todos os momentos, em todas as etapas do processo de ensino e aprendizagem objetivando desenvolver as habilidades ou competências que se pretende desenvolver, o que não se pode resumir em momentos específicos (provas, testes, trabalhos), mas sim perpetuar durante o desenvolvimento de todas as atividades que impulsionam para a efetiva construção, reconstrução ou produção de novos conhecimentos e aprendizagens.























CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ao final do estudo, evidenciou a dificuldade em estabelecer ou definir critérios para avaliar o desenvolvimento do ensino e da aprendizagem, ou seja, é difícil determinar um modelo que seja totalmente apropriado. Diante disso, precisamos nos questionar constantemente sobre a forma de agir no momento de avaliar, se nossos educandos desenvolveram as habilidades pré-estabelecidas para um determinado período ou ciclo letivo.
Portanto, as reflexões do estudo apontam como essencial o papel do professor no contexto das práticas pedagógicas, sendo o professor o principal agente educativo, é evidente que a melhoria no ensino ocorre com as condições adequadas de trabalho, a instituição educacional buscará orientá-lo, para que ele venha desenvolver de modo mais eficiente possível as atividades didático-pedagógicas. Conclui-se que a avaliação deve favorecer a socialização, integrando o grupo, mas também salientar as diferenças individuais que preparam os alunos, segundo suas competências particulares, para atividades específicas e gerais da vida.





























REFERÊNCIAS

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[1] Professores da Rede Estadual do Acre, integrante do PDE (Programa de Desenvolvimento Educacional da Secretaria Estadual de Educação); aluna do curso de Especialização lato sensu em Coordenação Pedagógica- UFAC/Ac.
[2] Professora da Rede Estadual do Acre; aluna do curso de Especialização lato sensu em Coordenação Pedagógica- UFAC/Ac. Coordenadora de Ensino Djalma Teles Galdino/SEE-Ac
Coordenadora de Ensino
[3] Doutora em Educação pela UDE/UFSCAR-SP; professora formadora da Escola de Gestores da Educação Básica – curso de Especialização lato sensu em Coordenação Pedagógica- UFAC/Ac; professora formadora do Núcleo de Apoio Pedagógico Dom Bosco/SEE-Ac.


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